São objetivos desta UC:
1)Definir e-health e telessaúde, refletindo sobre a sua implicação na prática da psicologia clínica e da saúde;
2)Compreender as dimensões da utilização da Inteligência Artificial/deep learning em contextos clínicos e da saúde;
3)Exemplificar as implicações do uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e dos avanços tecnológicos nas áreas do diagnóstico precoce e intervenção (e.g: genética, epigenética e intervenção em crise);
4)Definir o conceito de realidade virtual e sentimento de presença em ambientes de realidade virtual, bem como sobre os efeitos secundários associados ao uso destes sistemas;
5)Examinar as implicações da bioengenharia na saúde física e mental (e.g., imagem corporal; implicações na identidade pessoal);
6)Explorar questões éticas associadas ao uso das novas tecnologias;
7)Enumerar os benefícios destas novas abordagens em contextos concretos da psicologia clínica e da saúde, bem como as descobertas mais relevantes neste domínio.
Aulas teóricas:
1ª U. t.: e-Health e telessaúde
2ª U. t.: Inteligência Artificial (IA)/Deep Learning
3ª U. t.: Realidade virtual
Aulas teórico-práticas:
4ª U. t.: Contextos de específicos de aplicação
Esta u.c. está estruturada em aulas teóricas e teórico/práticas. Nas aulas teóricas utilizar-se-ão técnicas essencialmente expositivas e interrogativas. As aulas teórico/práticas serão destinadas ao estudo reflexivo de artigos onde se apresentem as descobertas mais relevantes e os benefícios do uso destas novas abordagens em contextos concretos da psicologia clínica e da saúde. Para a consolidação destes conhecimentos, os alunos serão convidados, em grupos de 2/3 pessoas, a escolher uma temática especifica de intervenção derivada das novas tecnologias, aprofundando as descobertas mais relevantes e os benefícios/riscos mais proeminentes da sua aplicação. Estes trabalhos de grupo deverão ser apresentados oralmente e por escrito. A apresentação oral não deverá exceder os 20 minutos, sendo que o conteúdo escrito não deverá exceder as 10 páginas.
Botrugno, C.; Zózimo, J. (2020) A difusão da Telemedicina em Portugal – dos benefícios prometidos aos riscos de um sistema de cuidados a duas velocidades. Sociologia, problemas e práticas, 93, 89-107.
Carvalho, R. (Coord.). (2019). Linhas de Orientação para a Prestação de Serviços de Psicologia Mediados por TIC. OPP.
Coelho, C. M., Waters, A. M., Hine, T. J., & Wallis, G. (2009). The use of virtual reality in acrophobia research and treatment. Journal of Anxiety disorders, 23(5), 563-574.
Coelho, C., Tichon, J. G., Hine, T. J., Wallis, G. M., & Riva, G. (2006). Media presence and inner presence: the sense of presence in virtual reality technologies. In From communication to presence: Cognition, emotions and culture towards the ultimate communicative experience pp. 25-45. IOS Press.
Conway, M., & O'Connor, D. (2016). Social media, big data, and mental health: current advances and ethical implications. Current opinion in psychology, 9, 77-82.
Sousa, M., Moreira, H., Canavarro, M. C., & Barreto Carvalho, C. (2021). Estudo de aceitabilidade. das intervenções psicológicas via telefone para sobreviventes de cancro dos Açores. Revista Psicologia, Diversidade E Saúde, 10(1), 37–56.
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